Deixar ir ao som de Nouvelle Vague

Dejar ir es aceptar tu historia, pero no tu destino. 

Adorei essa frase que li esta tarde. Apareceu para mim no feed de notícias do (nem tão) bom e velho FB em uma página que eu curti há alguns meses chamada La Mente es Maravillosa. A frase é uma chamada para um texto que fala sobre aceitarmos o fato de que pessoas e acontecimentos importantes para nós não precisam fazer parte da nossa vida para sempre. E nem por isso devemos transformar isso em motivo de sofrimento ou desequilíbrio interior, como muitas vezes acontece.


Eu, particularmente (e felizmente), aprendi isso durante meu retorno de saturno (leia-se, entre 28 e 29 anos). Mas o lado maravilhoso de tudo isso é que aprendi a valorizar cada minuto ao lado de pessoas queridas e fundamentais para mim, ciente de que tempo de convivência não é medidor do quão relevantes são certos episódios e/ou relacionamentos em nossa vida.

E assim tudo fica mais leve. Pelo menos para mim.

Sei que tem gente que sofre pacas com a ansiedade gerada pela menor possibilidade de rompimento ou afastamento. E eu mesma, já me peguei em situações bem pontuais ocorridas nos últimos anos envolta nesse tipo de vibe, a qual aprendi a reconhecer e driblar. Ufa! (afinal, já são tantas outras preocupações que ainda tenho que descobrir como lidar nessa vida... mas vamos aprendendo, sempre)

Por isso deixo aqui o link para o texto.

Não é longo.

Dá para ler ao som de Nouvelle Vague e ainda sobra música para ir fazer um café e navegar um pouco na internet. Ou, quem sabe, mandar uma mensagem amável e que irá fazer toda diferença no dia de alguém realmente importante para você? :)

Dejar ir nunca es fácil. Requiere valentía y un convencimiento pleno y seguro de que desprendernos de esa relación, de esa amistad o de esa situación, es algo vital para nuestro equilibrio y felicidad.Saber reconocer la necesidad de cerrar un ciclo es ya de por si un acto de madurez. No obstante, del reconocimiento al acto hay un paso muy duro cargado de tristezas, y de un duelo personal que superar.Dejar ir supone supone en la mayoría de los casos tener que “reconstruirnos”, tener que replantearnos a nosotros mismos, y en muchas ocasiones, incluso partir de cero.Ahora bien, también hemos de tener en cuenta que mucha gente no termina de asumir  y afrontar de forma correcta el fin de un ciclo, de una etapa.Hay quien piensa que dar por finalizada una relación es el punto final a su propia vida. Tras ese adiós y esa separación, ya no hay nada más. Dejar ir es ese acto del destino que echa el telón a su vida afectiva.Debemos tener cuidado con este tipo de pensamientos y actitudes derrotistas. Después de un punto final viene un espacio, y con él, nuevos senderos y oportunidades para ser feliz tal y como nosotros deseamos.
Hoy queremos invitarte a reflexionar sobre ello.

Leia o texto completo aqui:  Dejar ir es aceptar tu historia, pero no tu destino

Em tempos de seca...

Sei que vai ser repetitivo dizer (outra vez) o quanto eu amo esta época do ano.

Enquanto que algumas (para não dizer a maioria das) pessoas reclamam do mês de agosto, eu não me canso de admirar as noites de céu limpo e os dias de ipês amarelos colorindo a cidade. Lembro do meu avô, lembro de um monte de coisa boa que já aconteceu em outros invernos e lembro que o aniversário está chegando.

É tempo de agradecer por mais um ciclo que se fecha e outro que se inicia. Este que está chegando ao fim (ainda faltam alguns dias...) não foi dos mais fáceis. Mas, apesar dos sustos, de "boas" rasteiradas e alguns apertos no coração, foi também de muita surpresa boa, de conquistas, de conhecer a generosidade de onde menos imaginamos e de descobertas maravilhosas (sim, foi vivido intensamente e posso dizer que não me arrependo de nenhuma das decisões que tomei no último ano. Apenas adoraria que Pepé estivesse aqui comigo para eu encher de beijos).


No mais, viva agosto e essa seca que eu tanto amo!

Tá, eu sei: o cabelo fica uma palha, a cabeça dói por causa da baixa umidade e os pés racham. Mas nada que uma saia comprida, umas sandálias e um piquenique no parque não transformem em poesia.

Falando nisso, aproveito para deixar registrado no blog essa música perfeita que eu salvei no Shazam há quase um mês e só agora consegui escutar outra vez. A cantora é curda e o som simplesmente é hipnotizante!



O que a vida está tentando te falar?

Aquietar o coração e tentar ouvir o que a vida está tentando nos falar não é das tarefas mais fáceis.

Normalmente nós estamos preocupados com tanta coisa, envolvidos em tantos projetos que a vida às vezes tem que dar uns gritos meio bizarros para que a gente pare e escute.

Há anos li em um livro que quanto mais a gente ignora esses avisos, maior o susto que tomamos quando nos damos conta do que devíamos ter escutado.

Pensando muito sobre isso esta semana. O fato é que quando a gente se dispõe a escutar nossa voz interior, muito aprendizado vem em seguida. Como cantava Elis...

Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
Mas aprendendo a jogar

(ou a viver)





A difícil arte de ser simples

Esta manhã encontrei entre os links salvos nos "favoritos" do navegador um texto super interessante a respeito da difícil arte de ser simples. Já havia lido uma vez, gostei e salvei. E me esqueci completamente do texto. Hoje, reli. E, sinceramente, me identifico cada dia mais com essa filosofia de vida. Coloco aqui como registro para não deixá-lo para trás outra vez.



Possivelmente, a arte da simplicidade seja a conquista mais difícil para o indivíduo, pois exige naturalidade e uma boa dose de pureza espiritual na forma como ele se relaciona consigo mesmo e com o mundo à sua volta. ~ Flávio Bastos 

Para embalar a leitura, fica registrada também esta lindíssima versão para Lua Branca, interpretada por Chano Domínguez y Niño Josele, duas feras que também deixaram suas marcas indeléveis no flamenco. Só fiquei triste porque no final, ao comentarem sobre a música, eles se embananaram e atribuíram a autoria a Pixinguinha e não à sua verdadeira compositora, Chiquinha Gonzaga.... Alguém bem que poderia dar um toque, né?



Oh, lua branca de fulgores e de encanto
Se é verdade que ao amor tu dás abrigo
Vem tirar dos olhos meus o pranto

Ai, vem matar essa paixão que anda comigo
Oh, por quem és desce do céu, oh lua branca
Essa amargura do meu peito, oh, vem, arranca

Dá-me o luar de tua compaixão
Oh, vem, por Deus, iluminar meu coração
E quantas vezes lá no céu me aparecias

A brilhar em noite calma e constelada
E em tua luz então me surpreendias
Ajoelhado junto aos pés da minha amada

E ela a chorar, a soluçar, cheia de pejo
Vinha em seus lábios me ofertar um doce beijo
Ela partiu, me abandonou assim
Ó, lua branca, por quem és, tem dó de mim

Gente que ama calor

Gente que ama o calor. Yooooooo!
Esta ilustração me representa! :)


Sonhando com um piquenique, um dia quente de sol... vestindo saia longa, sandália nos pés... e, quem sabe, escutando Zé Ramalho, Zeca Baleiro e Fagner enquanto balanço numa rede. É pedir muito? :)

E se teu amigo vento não te procurar
É porque multidões ele foi arrastar...





LinkWithin

Related Posts with Thumbnails