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Das caminhadas diárias...

Aquele que souber adaptar-se será preservado até o fim. ~ Lao Tsé


Tenho tentado retomar a rotina das atividades físicas, após dois anos só com a dança flamenca. Essa rotina é mais que necessária, não apenas para o corpo, mas também para a mente. Essa horinha do dia em que saio para caminhar, eu consigo colocar a cabeça em ordem, avaliar os desafios sob outra perspectiva, escutar meu eu interior, ainda que eu faça isso tudo ouvindo música alta.


Hoje, num momento pra lá de nostálgico, enquanto rolava Gene Loves Jezebel na playlist, eu me dei conta de que para uma situação que vem me angustiando há alguns meses, eu estava buscando uma solução por um caminho que não faz sentido. Quase que me precipito. Me parece neste momento, que para resolvê-lo eu tenha que pensar em como adaptar-me à uma nova situação, e não enfrentá-la.

Voltei pra casa toda contente... de repente, este assunto ficou com uma cara bem mais simpática... nada como reservar alguns minutos diários para este contato com nós mesmos. A diferença vamos sentindo aos poucos. Isso não é segredo para ninguém, mas a nossa vida corrida e a impaciência dos tempos modernos fazem com que de vez em quando a gente deixe esses hábitos tão importantes de lado.

Como diria Lenine... eu envergo, mas não quebro.... 

Deixar ir ao som de Nouvelle Vague

Dejar ir es aceptar tu historia, pero no tu destino. 

Adorei essa frase que li esta tarde. Apareceu para mim no feed de notícias do (nem tão) bom e velho FB em uma página que eu curti há alguns meses chamada La Mente es Maravillosa. A frase é uma chamada para um texto que fala sobre aceitarmos o fato de que pessoas e acontecimentos importantes para nós não precisam fazer parte da nossa vida para sempre. E nem por isso devemos transformar isso em motivo de sofrimento ou desequilíbrio interior, como muitas vezes acontece.


Eu, particularmente (e felizmente), aprendi isso durante meu retorno de saturno (leia-se, entre 28 e 29 anos). Mas o lado maravilhoso de tudo isso é que aprendi a valorizar cada minuto ao lado de pessoas queridas e fundamentais para mim, ciente de que tempo de convivência não é medidor do quão relevantes são certos episódios e/ou relacionamentos em nossa vida.

E assim tudo fica mais leve. Pelo menos para mim.

Sei que tem gente que sofre pacas com a ansiedade gerada pela menor possibilidade de rompimento ou afastamento. E eu mesma, já me peguei em situações bem pontuais ocorridas nos últimos anos envolta nesse tipo de vibe, a qual aprendi a reconhecer e driblar. Ufa! (afinal, já são tantas outras preocupações que ainda tenho que descobrir como lidar nessa vida... mas vamos aprendendo, sempre)

Por isso deixo aqui o link para o texto.

Não é longo.

Dá para ler ao som de Nouvelle Vague e ainda sobra música para ir fazer um café e navegar um pouco na internet. Ou, quem sabe, mandar uma mensagem amável e que irá fazer toda diferença no dia de alguém realmente importante para você? :)

Dejar ir nunca es fácil. Requiere valentía y un convencimiento pleno y seguro de que desprendernos de esa relación, de esa amistad o de esa situación, es algo vital para nuestro equilibrio y felicidad.Saber reconocer la necesidad de cerrar un ciclo es ya de por si un acto de madurez. No obstante, del reconocimiento al acto hay un paso muy duro cargado de tristezas, y de un duelo personal que superar.Dejar ir supone supone en la mayoría de los casos tener que “reconstruirnos”, tener que replantearnos a nosotros mismos, y en muchas ocasiones, incluso partir de cero.Ahora bien, también hemos de tener en cuenta que mucha gente no termina de asumir  y afrontar de forma correcta el fin de un ciclo, de una etapa.Hay quien piensa que dar por finalizada una relación es el punto final a su propia vida. Tras ese adiós y esa separación, ya no hay nada más. Dejar ir es ese acto del destino que echa el telón a su vida afectiva.Debemos tener cuidado con este tipo de pensamientos y actitudes derrotistas. Después de un punto final viene un espacio, y con él, nuevos senderos y oportunidades para ser feliz tal y como nosotros deseamos.
Hoy queremos invitarte a reflexionar sobre ello.

Leia o texto completo aqui:  Dejar ir es aceptar tu historia, pero no tu destino

And Also the Trees

post-punk, new wave, gothic, gothic rock, 80s ~ estas são as tags mais difundidas quando pesquisamos sobre a banda que abriu os shows do The Cure no início da década de 1980. Da série "música que não envelhece nunca". :))


 



Tainted Love

Confesso que me surpreendi com a quantidade de versões para esta música! De acordo com o site Second Hand Songs, oficialmente existem 44 registros de gravações para Tainted Love.... aí vão alguns deles... Deixei a melhor versão para o final! Quem não adora esta música cantada pelo Soft Cell????

 











Lembrar para aquecer.... parte 1

Quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa que ama dias ensolarados, quentes e secos.... e que e se eu pudesse, eu só usaria vestidos, saias longas e sandálias.... Mas.... parece que o frio chegou à Capital Federal.... Na falta de tudo isso que eu adoro, só me restou pensar em músicas que lembram o verão! Só que esta primeira parte da seleção é só com músicas beeeem antigas, pois nada mais caloroso do que a nostalgia das lembranças maravilhosas vividas por nós quando éramos crianças! :)) Uma excelente semana de muitos jeans, agasalhos, meias e pijamas de manga comprida para todos/as nos! o/



 





Just Can't Get Enough

E esta versão cool para o clássico do Depeche Mode, Just Can't Get Enough, interpretado pelo Nouvelle Vague?

E os anos 90?

E pensar que nos anos 90 a gente vivia rindo do excesso de cores, dos cortes de cabelo e das polainas que tanto marcara a década anterior... Cá entre nós, era tudo tão engraçado quanto, só que sem o neon, o sax e os sintetizadores! Nem Cássia Eller escapou! hehehe!







Tainted Love

Quem não corria para dançar nas festas quando esta música tocava?? Adooooro!
Mas esta gravação.... kkkkkk



Agora a versão mais conhecida...

Duran Duran

As pessoas podem até não gostar do Duran Duran, mas os videoclipes merecem ser vistos, pois são verdadeiros filmes! Tem de tudo: romance, terror, ficção científica, ação...kkkkk O melhor é que os caras levaram a sério mesmo! kkkkkkk
Fã assumida que eu fui durante toda minha pré-adolescência, eu tinha todos os clipes deles! Aqui vão alguns.... Só uma obs: depois que o baterista Roger Taylor deixou o grupo tudo se acabou para mim! hahahaha







Gang 90 & Absurdettes

Gente, o passado bateu à porta durante este final de semana! hehehehe
Adoro essa música, adoro Gang 90! Me traz tantas lembranças dos meus 9, 10 anos... mas, por outros motivos me lembra também os 18, 19 anos, igualmente ótimas recordações!
Essa música é tudo de bom, ainda que o clipe seja péssimo! Mas vamos dar um desconto, qual clipe deu certo nos anos 1980?
Prometo que a partir de segunda-feira eu volto para essa década! =)


Nouvelle Vague

Além de ser o nome dado ao movimento artístico do cinema francês da década de 1960, Nouvelle Vague também é uma banda francesa que propõe arranjos no melhor estilo "bossa nova moderna" a diversas músicas "new wave" dos anos 80. Enfim, uma mistura, no mínimo interessante!

Eu adoro e as regravações que eu mais gosto são "Dancing with myself" (Billy Idol), "I melt with you" (Modern English) e "The guns of Brixton" (The Clash).

Procurando por algum clipe da banda no youtube, encontrei uma coisa curiosa. Uma figurinha pegou um trecho do filme "Bande à part", de Jean-Luc Godard (1964), e fez um vídeo com a música "Dance with me" (original da banda Lords of New Church) gravada pela Nouvelle Vague. E não é que deu certo? rsrsrs



Aí vai o vídeo!



Agora a música original....






E, por fim, o trecho do filme do Godard!


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