Há alguns dias, enquanto fazia uma playlist escutar nos dias frios de julho, descobri um grupo francês chamado Malted Milk, mas que de música francesa até agora não escutei nada. Blues + Soul Music da melhor qualidade, os caras são simplesmente fantásticos!!!! Esse estilo continua sendo um dos meus favoritos, mesmo passados tantos anos desde que comecei a registrar minhas preferências e descobertas musicais aqui no blog. Aliás, o blog anda abandonadinho, tadinho... mas eu me sinto bem quando consigo publicar algo por aqui. Portanto, sinto que ainda vou mantê-lo por mais um tempo.
Aproveito o início de agosto, então, para deixar Malted Milk como sugestão para quem quer escutar uma música leve, cheia de estilo e com ares dos anos 1960 e 1970. Apaixonada aqui.
Deixo também o link para a playlist, caso alguém tenha Deezer. É um app tipo o famoso Spotfy, porém, menos badalado.
Estava eu voltando do mercado a pé, pois nos últimos dias eu tenho tentado poupar o combustível ao máximo, enquanto escutava uma das estações que mais adoro na Accuradio: Soul Classics 1956-65.
Realmente amo de paixão a música que se fazia no cenário soul norte-americano entre os anos 50 e 70. Talvez tenha sido influência do filme The Commitments - Loucos pela Fama (Alan Parker, 1991), que me fez cair de amores por este estilo!
Mas o fato é que enquanto desligava do problema da falta de abastecimento, greve de caminhoneiros, pendências de consultoria e perrengues da dança, tocou uma música cujo cantor tinha a mesma voz do Mick Jagger. Então eu pensei, algo estranho aqui... e fui ver quem era.
Eis que descubro mais um artista maravilhoso dentre tantos que eu já escuto há anos (vide a tag aqui no blog): Don Covay. Que voz!!! Pelamor!!!
Perfeito para seguir a caminhada, pensando que, às vezes, a vida manda a gente pegar mais leve e, mesmo diante de circunstâncias pra lá de estressantes, desacelerar é imprescindível.
A propósito, deixo o link pro filme aqui também, caso alguém não tenha visto ou queira rever! :)
Uma musiquinha para começar....
Daí a gente parte pro full album, que merece ser escutado do início ao fim!
E se sobrar tempo, olha o filme The Commitments aqui! Trilha sonora mara!!!
(fiquei até nostálgica, gente!)
Então, outono chegou trazendo chuva pra caramba! Será que o restinho de março será debaixo d´água? Estamos precisando, né? Musiquinha para embalar o início da semana e da temporada... Soul só "prá variar"! Descobri a música de Darondo há poucos dias e adorei! Registrando aqui para ouvir mais vezes.
Estive muitas semanas sem publicar por aqui, pois a correria do mês de novembro foi impressionante! Emendou um monte de coisa, desde apresentação até viagem para o exterior.
Mas, agora estou aproveitando esse restinho de 2016 para retomar alguns projetos, muitos dos quais, eu fui adiando nem sei mesmo por quê. Sempre é tempo de recuperar nossos planos, elaborá-los outra vez, adequá-los à nossa realidade e tentar colocá-los em ação. E, claro, muitos deles merecem uma boa trilha sonora, não é mesmo? Nada de deixar pra amanhã aquilo que se pode fazer hoje... Eu sei que a gente acaba sendo levado pela correria do dia a dia, mas que tal escolher pelo menos um novo projeto para iniciar ainda este ano?
Descoberta mais linda! Este álbum do Curtis Harding "Soul Power" é maravilhoso do início ao fim!
Como enjoar dessa voz perfeita? Só deu Aretha Franklin aqui em casa no feriado... Pela manhã rolou muito flamenco, pois estávamos em pleno ensaio lá na escola (Rê e eu, apenas).
Mas, chegando em casa, parti pro melhor programa ever... ficar quieta escutando música acompanhada do trio felino (pois marido está longe). Afinal, ficar à toa ouvindo música, lendo um bom livro ou vendo um filme legal é simplesmente um bálsamo para o espírito. Amo muito estar em casa fazendo (quase) nada...
“Os prazeres mais singelos são o último refúgio das pessoas complicadas.”
Daí a gente acorda cedo pacas e às 8:30 da manhã já está no segundo café do dia. Aproveitando para adiantar um monte de coisa que acabou ficando de lado nos últimos dias e escutando esta delícia de álbum.
Nadia Mladjao, mais conhecida por seu nome de palco Imany, é uma cantora de Afro soul nascida em França in 1979. Seu nome de palco significa “fé” em suaíli. (Wikipédia)
Ocupar a cabeça com trabalho não é nem um pouco ruim quando a gente ama o que faz. :) E ajuda a não pensar em outras tantas coisas que acrescentariam bem pouco valor à nossa vida na atual conjuntura.
Siiiiim, das delícias de ter terminado o doutorado: experimentar receitas novas na cozinha sem aflições por causa do tempo. Aí a gente coloca música alta, abre bem as janelas e vai pensar na vida enquanto mistura um ingrediente aqui e outro ali. Depois da dança, a melhor terapia que existe. :]
Passei meses pensando em ter pelo menos uma semana de descanso - daquelas em que não houvesse absolutamente nada a fazer a não ser ficar em casa lendo, escutando música, testando receitas e me aventurando na máquina de costura, atualmente encostada na estante. Mas confesso que após um ano tão corrido e cheio de emoções - ótimas, boas e não tão boas - eu já estou começando a ficar impaciente para que as aulas recomecem e minha rotina volte minimamente ao normal. Poder curtir a casa e a família é ótimo. Mas a eterna sensação de que a vida passa e temos que aproveitar cada minuto está sempre dentro de mim. E no caso de uma virginiana, isso significa aproveitar fazendo algo útil. hahahaha!
Eu havia prometido a mim mesma que após o doutorado iria passar algum tempo lendo coisas tranquilas e agradáveis. Comecei colocando em dia a leitura dos livros de flamenco que trouxe de minha última viagem à Espanha. São 5 livros e estou lendo com bastante calma, pois são para degustar. Também comecei uma biografia e tive a honra de receber de uma amiga muuuuuito querida a versão final de um livro escrito por ela, que agora tentará correr atrás de publicá-lo. Estou adorando e desejo que tudo dê certo, pois o livro merece ser publicado e lido por muitos.
Mas hoje especialmente acordei com vontade de ler Leo Buscaglia.... tenho dois livros dele que adoro e que tiveram papel importante na minha vida há cerca de 12 anos... os trechos que copiei abaixo são de uma outra publicação que eu li online, chamada "Amor". Está em espanhol.
Para ler escutando Aretha Franklin...
**Amor**
Leo Buscaglia
Si reconoces tu necesidad de ser libre para saber quién eres, permitirás que otros también tengan la libertad para hacerlo.
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El amor responsable significa aceptar y entender. El amor crece a distintos ritmos y en direcciones diferentes en todos los individuos.
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El amor nos ayuda a aceptar el hecho de que otro individuo se comporta en la forma en que puede comportarse en ese momento. Requerirle que se conduzca de otra manera es pedirlo imposible. El amor responsable es empático.
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Porque si el que ama se interpone en el camino de otro, entonces ya no está amando. El amor responsable tiene en su núcleo universal la humanidad del hombre.
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El amor significa un constante compartir activo. Si uno tiene amor para dar, lo puede brindar a todos en el mundo y seguirá teniendo el mismo amor. Nunca perdemos nada al compartirlo, ya que para empezar nada es únicamente nuestro. De hecho, el amor adquiere significado sólo cuando se comparte.
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El amor necesita libertad. Ya dijimos que, en todo sentido, el amor siempre es libre; se da y se recibe libremente, pero también necesita libertad para poder crecer.
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Para estar abierto, confiar, creer, tener esperanza y vivir en el amor, se requiere de la mayor fuerza que se posea. Esto se experimenta tan rara vez en la vida real que la gente no sabe cómo enfrentarlo una vez que lo descubre.
Agosto chegando ao fim.... confesso que houve um breve momento em que eu quaaaaase cheguei a acreditar que o mês estivesse realmente fazendo jus à sua triste fama. Mas, nada como manter o foco, conversar com pessoas queridas, escutar seu coração e se distanciar temporariamente dos problemas para avaliar a situação com outro olhar... Em pouco tempo tudo recupera seu equilíbrio. Porque o equilíbrio está dentro de cada um de nós, e não fora. Acabei me lembrando de uma famosa frase de Albert Einstein:
Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio.
Daí enquanto escutava o fantástico Salomon Burke pensava (o óbvio) comigo mesma: estar em constante movimento significa não se acomodar jamais. Talvez porque as pessoas se acomodem tão facilmente elas sofram tanto quando a vida dá suas sacudidas, não?
Semana passando da metade e o cansaço não passa.... :))
Há dois dias tento mexer na tese e avancei muito pouco até agora. Mas pelo menos retomei alguns contatos e projetos importantes, que haviam ficado um pouco de lado por conta da apresentação da escola. Foi tudo lindo! Feliz demais!
Aí vai um pouco do que andou rolando aqui...
De volta aos posts, após a correria semestral com a produção do espetáculo da escola... e essa música "Any Day Now" todou aqui agorinha? Tão linda que eu fiz questão de deixar registrado para não esquecer de escutar novamente essa semana. Aí vão outras do incrível Chuck Jackson!!! #love60's
O título do post é meio autoexplicativo.... seleção que tocou aqui na rádio 60's da tv por assinatura enquanto eu passava uma base nas unhas.... a seleção foi perfeita.... mas as unhas.... Tentei primeiro pintar de azul bem clarinho, mas deu bolinha.... =/
Então, parti pro básico incolor mesmo... com bolinha ou sem bolinha, Feliz 2013! \o/
Acho que, diante do cansaço em que eu me encontro, posso dizer com toda certeza que o Electric Guest me deu energia para encarar o resto do dia! E essa pegada meio motown????? Amei! :))
Esta dica é para quem ama a Motown, para quem não esquece jamais o filme The Commitments e quem não abre mão do bom e velho R&B!!!
Me encantei por Charles Bradley desde o primeiro segundo da música The World (Is Going Up In Flames)! Perfeito! Fui pesquisar mais sobre o soulman, recomendadíssimo pelo rockabilly Hanni El Khatib, e descobri que, apesar do sonho em viver de música que ele tinha desde quando assistiu James Brown ao vivo em 1962, seu álbum de estréia só chegou aos 62 anos!! O cara é DEMAIS!!!